Empresa quer transformar todos as suas características físicas em senhas para o mundo digital.

É incrível constatar que o tempo passou, as coisas mudaram e quase nada do que estava previsto aconteceu. Os carros não voam (como se pensava que seriam os anos 2000) tampouco as secretárias do lar se transformaram em robôs. O que temos hoje é um mundo conectado. Todo mundo junto e misturado, mas, cada um na sua. Imerso no seu mundo digital.

Quem diria?

Isso mesmo: quem diria que tudo se resolveria pela tela de um telefone móvel? Colocamos nome de usuário e senha para TUDO e nossa vida segue a girar em torno do mundo invisível, perfeito. Onde somos mais jovens, mais belas, mais inteligentes e, óbvio, melhores que todos os outros: meros mortais.

Fico embevecida quando vejo gente que vai além limites e faz com que 98% da sua vida seja em função da tela de um celular. Resolvem tudo por ali. Contas, empregos, amizades, desafetos, amores. Tudo se resolve com nome de usuário e senha. Nossos passaportes mágicos para o mundo perfeito que criamos nas redes sociais ou para o tormento de contas e dívidas que não param de crescer.

Mas e o que dizer das novas tecnologias de acesso? Dentre elas destaca-se a BioConnect com a sua One person, one identity, que trata a questão do login e senha de maneira, digamos assim, fisiológica. Quase médica, eu diria.

É mais ou menos assim: A BioConnect deseja que as pessoas sejam capazes de fazer login nos mais diversos apps e tudo mais que envolve a nossa vida de “senhas para tudo”, através de credenciais exclusivas, como o próprio rosto, olhos, batimentos cardíacos ou impressão digital. Já é possível fazer login (no que você quiser) usando as suas características físicas.

bioconnect

O que causa uma verdadeira revolução  no modo como acessamos aplicativos, processos, equipamentos, carros ou qualquer outra tarefa cotidiana (bancos, contas a pagar, transferências) que exija que você prove ser, quem você é.

“A plataforma de gestão de identidade, os aplicativos e as parcerias permitem a integração simples das tecnologias biométricas atuais e futuras, oferecendo assim maior segurança e conveniência num ambiente empresarial de hoje e de amanhã”, disse Rob Douglas CEO e fundador da BioConnect.

A sua impressão digital pode ser usada para tudo. Desde sacar dinheiro até abrir o portão de casa ou a porta do carro. Junte-se a isso outras “leituras corporais” que podem ser feitas e voilà.

O “Gerenciamento de Identidade” baseia-se no princípio de que quanto mais vivemos as nossas vidas, mais temos a ligação entre os “nós mesmos reais” e, as coisas que dizem ao mundo de verdade (ou não) quem somos nós: nossas chaves, porta-chaves, senhas, PINs, crachás de identificação e tudo mais que diga ao mundo que nós somos nós e não alguém que fingimos ser.

Enfim, tudo isso muda quando descobrimos que existem formas mais seguras de guardar nossos bens e que ninguém menos do que a própria pessoa é a senha de acesso para o que ela precisar fazer. Tem noção da dimensão disso?

Segundo a própria BioConnect, a One Person One Identity, é justamente essa identidade única e exclusiva baseada em caracteres físicos de cada pessoa aliados a comportamentos fisiológicos como o ritmo cardíaco, a íris ocular (quase médica como eu disse) , e a impressão digital ou biometria que é a maneira mais difundida dentre as novas tecnologias de identidade digital.

Enfim, aos poucos, nós de internet Tupiniquim (Beijos ANATEL), seremos inseridos nesse mundo sem senhas mas com corpos que serão os guardiões de nossos maiores segredos. E assim, de uma maneira diferente, mas com o mesmo objetivo: Tudo parece voltar ao começo…

Beijo me clica!®