Você antes estava num escritório com amigos ao redor e a troca de informação e oportunidades para aprendizado acontecia entre as reuniões e hora de almoço. E agora, sentado em seu home-office, cercado de clientes etéreos, fazendo sua grana, você se sente num limbo e percebe que pode ser ultrapassado na próxima curva.

Acontece.

(But we’re never gonna survive unless we get a little crazy)

Mas como conciliar a necessidade de constante reciclagem profissional com o isolamento necessário para cumprir os prazos? É uma questão muitíssimo interessante, e por ela e através dela podem surgir debates, mesas redondas, painéis, eventos, nossa, tanta coisa. Eu prefiro responder de forma simples.

A melhor maneira de conciliar estudo e trabalho é transforma-los numa coisa só. Cada trabalho alimenta o próximo, cada leitura é briefing para você mesmo, lá por dentro, caraminholar novas idéias. Seja seu próprio captador constante de conhecimento.

Work based learning

Algumas dicas

  • Cursos online: da graduação ao PHD a internet está repleta de instituições sérias que disponibilzam cursos online das mais variadas áreas.
  • Comunidades, listas de discussão: citei este tipo de recurso em meu artigo no número 1 da Imasters. Sabendo não se sobrecarregar e filtrando conteúdo interessante, são fonte inesgotável de aprimoramento.
  • Eventos: Tá, aqui no Brasil ainda não chegamos lá. Mas estamos caminhando seriamente. De uns dois anos pra cá multimplicaram-se os eventos do setor, inclusive com palestrantes estrangeiros
  • Caderno de notas: tenho os meus arquivados desde…acreditem…1985. Já mostrei por aqui em alguns posts. Não troco por Palm algum.
  • Testes: brinque, divirta-se, faça testes, ouse. Aprenda com os eus erros ou com seus devaneios.

Esta dúvida, constante na vida dos freelancers também pode ser respondida com uma pequena gota de minha experiência pessoal. Não pude deixar de lembrar de meu filhote querido, o do meio, de sete anos que corre pra lá e pra cá com sua malinha de pequenas máquinas que inventa com restos de brinquedos, motorezinhos elétricos e controles remotos. É só não perder isso: a capacidade que crianças têm de aprender brincando (divertindo-se). O resto..é semântica.

Afinal: In a world full of people only some want to fly / Isn’t that crazy?

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