No FalaFreela#113 vamos conhecer como é o processo de uma startup de sucesso para se preparar para invadir o território nacional. Será que os brazucas são essa coca-cola toda mesmo? Será que traduzir somente sua interface é o suficiente? No papo que tivemos com a representante do Trello no Brasil, Amanda Alvernaz, muitas dessas questões foram respondidas.

TrelloNoBrasil_600x600Com 15 milhões de usuários no mundo, o Trello chegou ao Brasil ousando em um passo raro para startups gringas: apostou em nossa terra como a primeira a desbravar depois de sua sede. Para isso, sacou logo que precisava, mais do que traduzir suas telas, contar com o expertise de algum “local”, que conseguisse traduzir a realidade brasileira. Na qual a gente empreende em paralelo a outro emprego, só por via das dúvidas. Onde projetos pessoais na maioria das vezes quer dizer “estou abrindo uma empresa por necessidade”. E até mesmo uma ferramenta como essa é usada para fins nunca dantes imaginados, como criar um aplicativo para pedir comida.

Para conhecer os bastidores da chegada dessa “love brand” ao país, contamos com o auxílio luxuoso de Amanda, ela mesma uma usuária da ferramenta antes de ser convidada para tocar a estratégia que levou a marca a conquistar o coração (e cards) de 700 mil conterrâneos.

E se você pousou no planeta Terra agora ou não faz parte da indústria criativa, eu explico: o Trello.com é uma das ferramentas mais transformadoras que se pode implementar em uma empresa (mudou a minha), projeto ou família. Com ele você organiza seu tempo, tarefas e… realiza mais. Tudo de forma, como disse no programa que você vai ouvir a seguir, “gamificada” e divertida. E em grupo. E em nuvem. E em tempo real.

Ouça e conheça a jornada de Amanda em sua missão de contar essa história para a indústria criativa nacional!